PONTE AÉREA: Amar é coisa de outros tempos?

Bruno é um artista independente que conhece uma jovem redatora, exemplo de sucesso antes dos trinta, mas que dorme sob efeito de antidepressivos. Mais alta que ele, a moça protetora o envolve no casaco gigante depois que Bruno quase congelou de frio esperando no hospital. Na casa dela, Bogart entrega um drink pra Audrey Hepburn em Sabrina (1954), enquanto ele se abria: “As vezes eu acho que…”, mas foi interrompido pelo interfone… Pizza!

O cara se deixou levar pelas ondas, talvez tenha pego uma morena que deu mole e parou de retornar os telefonemas e as mensagens. Ela aparece sem ser convidada. “Não dá mais”, escuta. Afinal, não é uma porra de um botão que a gente aperta e controla o que sente… Bruno foi embora, por orgulho, por medo, por susto após a morte do pai? Um tempo depois: “Que saudade de você”… Um abraço, um sorriso e a fatídica tela preta. Será que vai rolar o temido final feliz de novela mexicana?

(Resumo dos últimos meses ou trama do filme que vi hoje a tarde.)

Nota para o futuro: Preciso de um gato chamado Fellini!

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